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No governo Flávio Dino mais de 223 mil entraram na extrema pobreza

Em 2016, o percentual de extrema pobreza no Maranhão era de 16,9% da população, o que corresponde a aproximadamente 1,1 milhão de pessoas. Em 2018, o estado apresentou percentual de 19,9% (1,3 milhão), com acréscimo de aproximadamente 223.000 pessoas nessa situação, fazendo com que o Maranhão ocupasse o 1º lugar no ranking nacional, dentre todas as unidades da federação.

No Brasil, em 2016, esses números eram 5,8%, representando 11,8 milhões de pessoas, aproximadamente. E em 2018, o percentual era de 6,5% (13,5 milhões), apontando aumento de cerca de 1,6 milhão de pessoas nessa situação de vulnerabilidade social.

O rendimento domiciliar per capita médio do Brasil foi de R$ 1.337,00, em 2018. O Maranhão continua sendo a unidade da federação com o menor rendimento domiciliar per capita médio, apresentando R$607,00 em 2018, menor que em 2017, quando apresentou R$615,00.

Considerando as capitais, São Luís teve o segundo menor valor, R$1.043,00 em 2018, mesmo tendo registrado aumento de R$138,00 em comparação com 2017.

O Índice de Gini – que mede a concentração de renda e varia de 0 a 1, sendo 0 a distribuição perfeita e 1 a desigualdade máxima – apontou 0,526 para o Maranhão, o mesmo registrado em 2017, o que indica um grau de concentração de rendimento menor que o detectado para o Brasil, índice de 0,545 em 2018, ante 0,538 assinalado em 2017.

De 2012 a 2015, no Brasil, o grau de concentração de rendimento monetário vinha numa curva decrescente. A partir de 2016, voltou a crescer, apresentando em 2018 um Índice de Gini maior que o de 2012. No caso do Maranhão, o Índice de Gini, entre 2012 e 2014, caiu, e começou a subir já a partir de 2015, atingindo um pico máximo em 2017, estabilizando em 2018, num patamar maior que em 2012.

São Luís é reconhecida como Capital Brasileira do Bumba Meu Boi

Os Senadores aprovaram ontem (3), projeto de autoria do deputado Hildo Rocha (MDB), que reconhece São Luís como a capital nacional do Bumba Meu Boi. A matéria foi aprovada na Comissão de Educação, Cultura e Esporte (CE), no último dia 21 de maio e enviada ao Plenário em regime de urgência e agora, segue para a sanção da Presidência da República.
O relator na CE, foi o Senador Roberto Rocha (PSDB), que lembrou que os primeiros registros da celebração do boi-bumbá remontam a Pernambuco, e que a manifestação cultural em torno da figura do boi é tradição em diversos estados brasileiros. Mas a festa tornou-se mais popular no Maranhão, tanto que, em 2012, o Instituto do Patrimônio Histórico e Artístico Nacional (Iphan) outorgou ao Bumba Meu Boi maranhense o título de Patrimônio Cultural do Brasil.
A festa – Desde o século 18, a festa do Bumba Meu Boi, ou boi-bumbá, é comemorada em São Luís, especialmente nos meses de junho e julho, em homenagem ao auto de São João. É uma dança do folclore que gira em torno da ressurreição de um boi e envolve personagens humanos e animais fantásticos. Possui ligações com tradições indígenas, africanas e europeias, e também com elementos de celebrações religiosas católicas.
Conforme a justificativa do projeto, os festejos acontecem durante todo o ano, com participação dos mais de 100 mil grupos de Bumba Meu Boi que se expressam por meio de música, coreografias, vestimentas e instrumentos. Trata-se de uma expressão da cultura, da fé, da devoção e das relações socioeconômicas que remonta aos tempos coloniais da região.
Com informações da Agência Senado, alterada pelo Blog do Felipe Mota

HU-UFMA recebe visita do senador Roberto Rocha

Na manhã desta segunda-feira, 13, o Hospital Universitário da UFMA (HU-UFMA), vinculado a Empresa Brasileira de Serviços Hospitalares (Ebserh), recebeu a visita do senador Roberto Rocha (PSDB/MA). Acompanhado pela superintendente Joyce Lages, pelo ex-reitor Natalino Salgado e demais dirigentes, ele conheceu as novas instalações do Bloco C da UTI Adulto, na Unidade Presidente Dutra. As obras seguem em ritmo adiantado e contam com recurso de emenda parlamentar do senador equivalente a 10 milhões para a conclusão.

O gerente de Administração, Eurico Santos Neto, explica como funcionará o novo espaço. “A extensão do Bloco C é composta por dois pavimentos, com 64 leitos de enfermaria. E mais 20 leitos em duas UTIs. É uma estrutura nova, com um corredor amplo, que atende todas normas de acessibilidade do Corpo de Bombeiros”. A nova UTI será um espaço moderno e funcional. “Vai ter todo um sistema de controle de energia e refrigeração adequado, de mobiliário suspenso para maior mobilidade do médico e paciente. Além de uma vista muito bonita proporcionada por paredes de vidro”, explica o gerente.

Ladielson Alves, engenheiro do HU-UFMA, conta em que estágio está a obra. “Falta finalizar a climatização das UTIs, alguns quadros elétricos e concluir a fase de testes dos dois elevadores, alguns pequenos detalhes. O restante é a questão de equipamentos, que fica a cargo da engenharia clínica e governança”.

A superintendente do HU-UFMA, Joyce Santos Lages, disse o que representa a ampliação da capacidade de atendimento. “O Maranhão possui apenas um Hospital Universitário, 10% dos nossos pacientes são oriundos de outros estados. Recebemos muita demanda, então, a todo momento estamos buscando parcerias para melhor atender a população”. 

O ex-reitor Natalino Salgado apresentou o projeto piloto de energia fotovoltaica implantado no hospital e reforçou o pedido ao senador para apoio na ampliação da sustentabilidade energética. “Com a economia na conta de luz, que hoje chega a 500 mil reais por mês, o hospital terá mais recursos para custeio e investimento”, justificou. O projeto tem a finalidade de conseguir a eficiência energética para todas as onze unidades do HU-UFMA.

Roberto Rocha reforçou o seu compromisso com a saúde pública. “Como representante do Maranhão no Senado é gratificante ver que os recursos colocados no orçamento da União para o hospital estão sendo muito bem aplicados. Quero cumprimentar todos pela atenção e cuidado em atender os interesses da população”, enfatizou.

Prefeitura realiza capacitação gastronômica nesta quarta-feira (08)

A Prefeitura de São Luís, por meio da Secretaria Municipal de Turismo (Setur), realiza, nesta quarta-feira (8), uma capacitação gastronômica voltada para os moradores do bairro Desterro. As aulas têm como principal objetivo estimular o empreendedorismo a partir do conhecimento gastronômico, desenvolvendo a economia de São Luís com a oferta de mais comidas típicas na capital maranhense. A formação integra a política de geração de renda e fomento ao turismo implantada na gestão do prefeito Edivaldo Holanda Junior.

Durante a capacitação, o público saberá mais sobre a formação da culinária ludovicense e sobre higiene na cozinha. Na prática, todos vão aprender a fazer os pratos Escondidinho de Jabiraca, Arroz de Marisco e Casquinha de Caranguejo. As aulas incluem ainda módulos sobre atrativos históricos, naturais, culturais, qualidade no atendimento, manipulação de alimentos e preparo, empreendedorismo e também um city tour para apresentar especificidades maranhenses. As aulas ocorrerão no auditório da Setur, localizado na Rua da Palma, N. 53 - Centro, a partir das 14h.

Os cursos e capacitações da oferecidos pela Prefeitura contribuem para a geração de renda, já que com uma nova habilidade aprendida, os moradores das regiões beneficiadas podem desenvolver atividades lucrativas, como no caso da gastronomia, criando pratos e vendendo de forma independente ou para algum estabelecimento comercial.

SERVIÇO



Prefeitura realiza capacitação gastronômica



Quando? Quarta-feira (08)



Horário? A partir das 14h



Local? Auditório da Setur, localizado na Rua da Palma, N. 53 - Centro



Sugestão de sonora: Secretária da Setur, Socorro Araújo

Cursos que não atualizarem suas diretrizes curriculares podem ser extintos até 2030; saiba quais

Você já se perguntou se vale a pena fazer tal curso em detrimento a outro na faculdade escolhida? Agora, mais do que nunca, antes de fazer um curso é bom ficar de olho nas perspectivas com relação ao futuro. Segundo o Mapa do Ensino Superior 2018, divulgado pela Rede Globo, muitos cursos tradicionais deixarão de existir, ou pelo menos serão reformulados, até 2030 no país. Com um mercado de trabalho mais dinâmico e com o avanço tecnológico pressionando os novos profissionais, há uma grande chance de que muitos cursos não acompanhe o andamento da inovação e fiquem pelo caminho.
Os cursos com maiores riscos de serem extintos são os mais procurados hoje em dia nas faculdades e universidades de todo o país: 


O Mapa do Ensino também deixa claro que todas as informações sobre os cursos são perspectivas mercadológicas, e que cabe aos profissionais se atualizarem e as instituições de ensino modificarem suas grades curriculares, para acompanharem o avanço tecnológico de perto sem perder espaço.

Fonte: Rede Globo