Críticas de João de Deus ao Ministro Weintraub o distanciam cada vez mais de nomeação


João de Deus, candidato a reitor da Ufma lançado por Nair Portela e seu irmão, Jeferson Portela, por orientação do comunista Flávio Dino, está inviabilizado de possível nomeação por Bolsonaro. O grupo comunista que lançou João de Deus candidato errou ao escolher o nome, sobretudo por conta das duras críticas que, historicamente tem travado contra o governo Bolsonaro. Felizmente, hoje, o trabalho pela Universidade é pré-requisito básico ao invés de críticas sem fundamentos.
Mas sobre críticas fundamentadas João de Deus entende muito bem. Em artigo publicado no Jornal OIMPARCIAL, João de Deus diz que foi surpreendido com falas do Ministro da Educação sobre suas autoritárias formas de governo. Ao falar sobre o remanejamento dos cursos de filosofia e sociologia, o candidato atacou o ministro destacando que "o remanejamento decorre de uma retaliação à postura crítica e questionadora de ambos os cursos". 

Verdade seja dita: o ministro Weintraub não pareceu ser um gênio da filosofia ou da sociologia, sobretudo quando João de Deus destacou que "Diferentemente desses gênios, o Ministro Weintraub parece, ou se esquecer do potencial abstrativo da filosofia, ou diminui-lo em comparação com ciências de ‘retorno imediato".



Mas as ligações de João de Deus com o PCdoB, PT e PSOL não são de hoje, vale lembrar de suas articulações junto ao senador Weverton Rocha, como mostra a foto abaixo e, como importante cabo eleitoral de Dilma Roussef em sua eleição.